Principais:
- "Nouvelle Vague", por Luis Miguel Oliveira + "Nascimento de uma Nova Vanguarda: A "Caméra Stylo", por Alexandre Astruc.
e, para quem quiser ler um pouco mais: (os dois anteriores são bem curtos)
- "Uma certa tendência do cinema francês", por François Truffaut.
sexta-feira, 29 de maio de 2009
[cinebonde]
Meus caros, estou participando de um projeto com esse nome acima, que consiste num espetáculo de som e imagem, onde a banda toca trilhas sonoras clássicas em versões muito bacanas (007, Star Wars, Poderoso Chefão, Cão Andaluz, Amarcord, entre outras...) e vosso professor projeta imagens de filmes e de 3 cÂmeras ao vivo, numa tela translúcida entre vocês e a banda.
Este é o último show desta temporada no Cinemateque (Rua Voluntários da Pátria, 53, Botafogo), no domingo 21h. Vai ser muito bacana encontrar algum de vocês lá.
Este é o último show desta temporada no Cinemateque (Rua Voluntários da Pátria, 53, Botafogo), no domingo 21h. Vai ser muito bacana encontrar algum de vocês lá.
Chris Marker no CCBB
Essa mostra é uma ótima oportunidade pra conhecer o trabalho do Marker, um cineasta fundamental pra história do cinema. (Os "obrigatórios" em negrito.)
Sexta-feira (29.05):
15h - PROGRAMA 13 - 2084. Centenário do Sindicalismo. Videoclipe para uma reflexão sindical e pelo prazer + "Até breve, espero" + "Já que dizemos que é possível"
17h - PROGRAMA 6 - "Nível 5"
19h - PROGRAMA 15 - "Descrição de uma Memória"
La Jetée - Divulgação Sábado (30.05):
15h - PROGRAMA 7 - "Um dia de Andrei Arsenevich" + "A felicidade"
17h15m - PROGRAMA 11 - "A lembrança de um porvir" + "Viva a baleia"
19h - PROGRAMA 2 - "Junkopia - San Francisco" + "Sem sol"
Domingo (31.05):
15h - PROGRAMA 10 - "A sexta face do pentágono" + "A embaixada" + "Balada berlinense"
17h - PROGRAMA 14 - "Falamos de Praga: o segundo processo de Artur London" + "Falamos do Brasil: Torturas" + "Falamos do Brasil: Carlos Marighela" + "Falamos de Paris: As palavras têm um sentido. Retrato de François Maspéro" + "Falamos do Chile: O que Allende dizia"
19h - PROGRAMA 8 - "As 20 horas nos campos" + "Boina azul" + "Um prefeito em Kosovo"
Terça-feira (02.06):
17h - PROGRAMA 5 - "O túmulo de Alexandre"
19h - PROGRAMA 3 - "O fundo do ar é vermelho"
Quarta-feira (03.06):
15h - PROGRAMA 11 - "A lembrança de um porvir" + "Viva a baleia"
17h - PROGRAMA 15 - "Descrição de uma memória"
19h - PROGRAMA 4 - "As estátuas também morrem"
Quinta-feira (04.06):
15h - PROGRAMA 5 - "O túmulo de Alexandre"
17h - PROGRAMA 13 - "2084. Centenário do Sindicalismo. Videoclipe para uma reflexão sindical e pelo prazer" + "Até breve, espero" + "Já que dizemos que é possível"
19h - PROGRAMA 9 - "E-CLIP-SE" + "Slon-Tango" + "Gato escutando a música" + "Chats Perchés"
Sexta-feira (05.06):
15h - PROGRAMA 14 - "Falamos de Praga: O segundo processo de Artur London" + "Falamos do Brasil: Torturas" + "Falamos do Brasil: Carlos Marighela" + "Falamos de Paris: As palavras têm um sentido. Retrato de François Maspéro" + "Falamos do Chile: O que Allende dizia"
17h - PROGRAMA 7 - "Um dia de Andrei Arsenevich" + "A felicidade"
19h15m - PROGRAMA 12 - "Longe do Vietnã"
Sábado (06.05):
16h - PROGRAMA 8 - "As 20 horas nos campos" + "Um prefeito em Kosovo"
18h - PROGRAMA 1 - "La Jetée" + "A.K. Retrato de Akira Kurosawa"
20h - PROGRAMA 6 - "Nível 5"
Domingo (07.06):
15h - PROGRAMA 2 - "Junkopia - San Francisco" + "Sem sol"
17h - PROGRAMA 9 - "E-CLIP-SE" + "Slon-Tango" + "Gato escutando a música" + "Chats Perchés"
19h - PROGRAMA 10 - "A sexta face do pentágono" + "A embaixada" + "Balada berlinense"
Sexta-feira (29.05):
15h - PROGRAMA 13 - 2084. Centenário do Sindicalismo. Videoclipe para uma reflexão sindical e pelo prazer + "Até breve, espero" + "Já que dizemos que é possível"
17h - PROGRAMA 6 - "Nível 5"
19h - PROGRAMA 15 - "Descrição de uma Memória"
La Jetée - Divulgação Sábado (30.05):
15h - PROGRAMA 7 - "Um dia de Andrei Arsenevich" + "A felicidade"
17h15m - PROGRAMA 11 - "A lembrança de um porvir" + "Viva a baleia"
19h - PROGRAMA 2 - "Junkopia - San Francisco" + "Sem sol"
Domingo (31.05):
15h - PROGRAMA 10 - "A sexta face do pentágono" + "A embaixada" + "Balada berlinense"
17h - PROGRAMA 14 - "Falamos de Praga: o segundo processo de Artur London" + "Falamos do Brasil: Torturas" + "Falamos do Brasil: Carlos Marighela" + "Falamos de Paris: As palavras têm um sentido. Retrato de François Maspéro" + "Falamos do Chile: O que Allende dizia"
19h - PROGRAMA 8 - "As 20 horas nos campos" + "Boina azul" + "Um prefeito em Kosovo"
Terça-feira (02.06):
17h - PROGRAMA 5 - "O túmulo de Alexandre"
19h - PROGRAMA 3 - "O fundo do ar é vermelho"
Quarta-feira (03.06):
15h - PROGRAMA 11 - "A lembrança de um porvir" + "Viva a baleia"
17h - PROGRAMA 15 - "Descrição de uma memória"
19h - PROGRAMA 4 - "As estátuas também morrem"
Quinta-feira (04.06):
15h - PROGRAMA 5 - "O túmulo de Alexandre"
17h - PROGRAMA 13 - "2084. Centenário do Sindicalismo. Videoclipe para uma reflexão sindical e pelo prazer" + "Até breve, espero" + "Já que dizemos que é possível"
19h - PROGRAMA 9 - "E-CLIP-SE" + "Slon-Tango" + "Gato escutando a música" + "Chats Perchés"
Sexta-feira (05.06):
15h - PROGRAMA 14 - "Falamos de Praga: O segundo processo de Artur London" + "Falamos do Brasil: Torturas" + "Falamos do Brasil: Carlos Marighela" + "Falamos de Paris: As palavras têm um sentido. Retrato de François Maspéro" + "Falamos do Chile: O que Allende dizia"
17h - PROGRAMA 7 - "Um dia de Andrei Arsenevich" + "A felicidade"
19h15m - PROGRAMA 12 - "Longe do Vietnã"
Sábado (06.05):
16h - PROGRAMA 8 - "As 20 horas nos campos" + "Um prefeito em Kosovo"
18h - PROGRAMA 1 - "La Jetée" + "A.K. Retrato de Akira Kurosawa"
20h - PROGRAMA 6 - "Nível 5"
Domingo (07.06):
15h - PROGRAMA 2 - "Junkopia - San Francisco" + "Sem sol"
17h - PROGRAMA 9 - "E-CLIP-SE" + "Slon-Tango" + "Gato escutando a música" + "Chats Perchés"
19h - PROGRAMA 10 - "A sexta face do pentágono" + "A embaixada" + "Balada berlinense"
quinta-feira, 28 de maio de 2009
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Mostra Max Ophuls na UFRJ
Para aqueles que ainda não sabem, até sexta-feira (22) acontece no Forum de Ciência e Cultura a mostra Max Ophuls. Para maiores informações ver em http://www.forum.ufrj.br/ Amanhã (quinta), a mostra traz um debate após o filme (Madame De..., 19hs) com o professor Denilson Lopes.
Questões da 1ª Prova
Escolha 2 questões. (Coloque o n° das questões respondidas e seu nome na folha de respostas)
1) Tom Gunning se utiliza da idéia de “atrações” em sua entrevista “A Grande Novidade do Cinema das Origens”. Tal idéia também é bastante importante para o cineasta e teórico russo Serguei Eisenstein. Discuta pelo menos duas semelhanças e duas diferenças entre as “atrações” nestes dois momentos do cinema.
2) A continuidade foi uma das principais conquistas estéticas do cinema de D. W. Griffith.
Descreva algumas das técnicas de filmagem e montagem utilizadas pelo diretor para gerar este efeito. A partir do desenvolvimento dessas técnicas, explique que tipo de relação com o espectador Griffith desejava e que mudanças (pelo menos duas) seus filmes geraram no cinema da época (em relação às suas operações estéticas, ao espaço social do cinema e a divisão de funções no set, por exemplo)
3) No filme “Janela Indiscreta” de Alfred Hitchcock, o protagonista é um homem imóvel que assiste através de sua janela o que se passa nos arredores. Na primeira cena de “Um Cão Andaluz” de Luis Buñuel e Salvador Dali, vemos uma personagem ter seu olho cortado por uma navalha. Em ambos os casos há uma relação clara entre os personagens do filme e nós, espectadores.
Discuta a relação entre filme e espectador nos dois filmes, refletindo sobre os diferentes efeitos que tais obras pretendem gerar em quem as vê, partindo das imagens citadas destes “personagens-espectadores”, considerando o contexto em que foram realizados tais filmes.
4) No texto “Expressionismo Alemão”, Laura Cánepa comenta:
“assim, delimitar a cinematografia “expressionista” se torna uma tarefa complexa, pois não se trata de uma definição baseada em padrões estéticos rigorosos, e sim de título apropriado pelos produtores alemães usando a credibilidade de sua vanguarda artística mais popular” (Laura Cánepa, Expressionismo Alemão, in História Mundial do Cinema, p. 69).
Explicite e desenvolva alguns desses padrões estéticos e temáticas recorrentes ao Cinema Expressionista Alemão, com exemplos de filmes exibidos e considerando seu contexto histórico. Explique também de que maneira este cinema se estruturou como um cinema de vanguarda a partir de suas particularidades, comentando a afirmação da autora ao qualificar o Expressionismo Alemão como "sua vanguarda artística mais popular"?
1) Tom Gunning se utiliza da idéia de “atrações” em sua entrevista “A Grande Novidade do Cinema das Origens”. Tal idéia também é bastante importante para o cineasta e teórico russo Serguei Eisenstein. Discuta pelo menos duas semelhanças e duas diferenças entre as “atrações” nestes dois momentos do cinema.
2) A continuidade foi uma das principais conquistas estéticas do cinema de D. W. Griffith.
Descreva algumas das técnicas de filmagem e montagem utilizadas pelo diretor para gerar este efeito. A partir do desenvolvimento dessas técnicas, explique que tipo de relação com o espectador Griffith desejava e que mudanças (pelo menos duas) seus filmes geraram no cinema da época (em relação às suas operações estéticas, ao espaço social do cinema e a divisão de funções no set, por exemplo)
3) No filme “Janela Indiscreta” de Alfred Hitchcock, o protagonista é um homem imóvel que assiste através de sua janela o que se passa nos arredores. Na primeira cena de “Um Cão Andaluz” de Luis Buñuel e Salvador Dali, vemos uma personagem ter seu olho cortado por uma navalha. Em ambos os casos há uma relação clara entre os personagens do filme e nós, espectadores.
Discuta a relação entre filme e espectador nos dois filmes, refletindo sobre os diferentes efeitos que tais obras pretendem gerar em quem as vê, partindo das imagens citadas destes “personagens-espectadores”, considerando o contexto em que foram realizados tais filmes.
4) No texto “Expressionismo Alemão”, Laura Cánepa comenta:
“assim, delimitar a cinematografia “expressionista” se torna uma tarefa complexa, pois não se trata de uma definição baseada em padrões estéticos rigorosos, e sim de título apropriado pelos produtores alemães usando a credibilidade de sua vanguarda artística mais popular” (Laura Cánepa, Expressionismo Alemão, in História Mundial do Cinema, p. 69).
Explicite e desenvolva alguns desses padrões estéticos e temáticas recorrentes ao Cinema Expressionista Alemão, com exemplos de filmes exibidos e considerando seu contexto histórico. Explique também de que maneira este cinema se estruturou como um cinema de vanguarda a partir de suas particularidades, comentando a afirmação da autora ao qualificar o Expressionismo Alemão como "sua vanguarda artística mais popular"?
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Termos - A decupagem clássica, Ismail Xavier
▪ Termos importantes a partir do texto “A decupagem clássica”, de Ismail Xavier:
Decupagem, sequência, cena, planos, diegese, ângulos (plongées e contra-plongées, montagem paralela; continuidade; campo e contra-campo;
▪ Decupagem: processo de decomposição de um filme
“como um filme é feito?” “como contruir um filme?”
▪ Filmes: constituído por várias sequências
Sequência: cada unidade de acontecimento dramático em um filme (“marcadas por sua função dramática ou pela sua posição na narrativa”)
> unidade espaço-temporal.
> Cada sequência seria constituída por cenas (ações).
> Cada ação seria constituída por planos.
Plano < Cena < Sequência
Cena: cada ação inserida em uma sequência.
Plano: cada tomada de uma ação; a extensão de um filme entre dois cortes; um segmento contínuo da imagem.
Cada plano possui um ponto-de-vista em relação ao objeto filmado (no caso da câmera fixa)
▪ Tipos de planos:
Plano Geral: internas e externas, a câmera mostra todo o espaço da ação.
Plano Médio ou de Conjunto: a câmera mostra os elementos da ação (figuras humanas e cenários)
Plano Americano: figuras humanas mostradas até a cintura aproximadamente.
Primeiro Plano ou Close Up: próxima da figura humana.
Plano detalhe / Primeiríssimo plano: objetos ou parte do corpo em destaque.
▪ Ângulos:
câmera alta: plongée
câmera baixa: contra-plongée (abaixo do nível do olhar)
▪ Montagem paralela: acontecimentos simultâneos, em espaços diferentes, numa mesma unidade temporal (procedimento clássico nas narrativas de aventura: corrida contra o tempo; geralmente narrativas convergentes: o espaço se torna o mesmo).
▪ Continuidade: combinação feita de tal modo que os fatos representados pareçam evoluir por si mesmos. “Unidade em contínuo movimento, em relação ao qual nos são fornecidos alguns momentos decisivos”.
Combinação por movimento, combinação de posição, raccord de olhar.
Montagem invisível: “Transformar a descontinuidade visual elementar à em continuidade espaço-temporal reconstruída”.
- continuidade que também é produzida como o resultado de uma manipulação do espectador: o solicitado é atendido: o novo plano é sempre bem vindo.
▪ Diegético: tudo que diz respeito ao mundo representado.
▪ Câmera subjetiva: quando assume o ponto-de-vista de um dos personagens: observa os acontecimentos com os seus olhos.
- “nem sempre a sua presença é evidente”: muitas vezes o fato de que o espectador assume o sue ponto de vista permanece inconsciente. [parte do mecanismo de identificação]. Muitas vezes o nosso olhar, em princípio identificado com a câmera, confunde-se com o do personagem.
- Campo e contra-campo: shot e shot-reaction + subjetiva – pontos de vista diametralmente opostos: o espectador é lançado para dentro dos diálogos.
Decupagem, sequência, cena, planos, diegese, ângulos (plongées e contra-plongées, montagem paralela; continuidade; campo e contra-campo;
▪ Decupagem: processo de decomposição de um filme
“como um filme é feito?” “como contruir um filme?”
▪ Filmes: constituído por várias sequências
Sequência: cada unidade de acontecimento dramático em um filme (“marcadas por sua função dramática ou pela sua posição na narrativa”)
> unidade espaço-temporal.
> Cada sequência seria constituída por cenas (ações).
> Cada ação seria constituída por planos.
Plano < Cena < Sequência
Cena: cada ação inserida em uma sequência.
Plano: cada tomada de uma ação; a extensão de um filme entre dois cortes; um segmento contínuo da imagem.
Cada plano possui um ponto-de-vista em relação ao objeto filmado (no caso da câmera fixa)
▪ Tipos de planos:
Plano Geral: internas e externas, a câmera mostra todo o espaço da ação.
Plano Médio ou de Conjunto: a câmera mostra os elementos da ação (figuras humanas e cenários)
Plano Americano: figuras humanas mostradas até a cintura aproximadamente.
Primeiro Plano ou Close Up: próxima da figura humana.
Plano detalhe / Primeiríssimo plano: objetos ou parte do corpo em destaque.
▪ Ângulos:
câmera alta: plongée
câmera baixa: contra-plongée (abaixo do nível do olhar)
▪ Montagem paralela: acontecimentos simultâneos, em espaços diferentes, numa mesma unidade temporal (procedimento clássico nas narrativas de aventura: corrida contra o tempo; geralmente narrativas convergentes: o espaço se torna o mesmo).
▪ Continuidade: combinação feita de tal modo que os fatos representados pareçam evoluir por si mesmos. “Unidade em contínuo movimento, em relação ao qual nos são fornecidos alguns momentos decisivos”.
Combinação por movimento, combinação de posição, raccord de olhar.
Montagem invisível: “Transformar a descontinuidade visual elementar à em continuidade espaço-temporal reconstruída”.
- continuidade que também é produzida como o resultado de uma manipulação do espectador: o solicitado é atendido: o novo plano é sempre bem vindo.
▪ Diegético: tudo que diz respeito ao mundo representado.
▪ Câmera subjetiva: quando assume o ponto-de-vista de um dos personagens: observa os acontecimentos com os seus olhos.
- “nem sempre a sua presença é evidente”: muitas vezes o fato de que o espectador assume o sue ponto de vista permanece inconsciente. [parte do mecanismo de identificação]. Muitas vezes o nosso olhar, em princípio identificado com a câmera, confunde-se com o do personagem.
- Campo e contra-campo: shot e shot-reaction + subjetiva – pontos de vista diametralmente opostos: o espectador é lançado para dentro dos diálogos.
sábado, 2 de maio de 2009
Texto principal aula 06/05 - 4ª
Entre os dois textos do André Bazin para a próxima aula (cinema moderno), o mais importante é o "Hollywood 1939-1941 - O grande díptico". O outro ("O renascimento do cinema americano" - Introdução) é mais uma espécie de biografia do Orson Welles, então não acho que será tão relevante para a aula. Além do "Grande díptico", também peço que vocês leiam o prefácio do livro, que está na xerox e só tem 3 páginas.
Abraços e até quarta!
obs: ( quem ler esta postagem primeiro, pediria que encaminhasse a informação para a lista de emails da turma que vocês possuem. obrigado).
Abraços e até quarta!
obs: ( quem ler esta postagem primeiro, pediria que encaminhasse a informação para a lista de emails da turma que vocês possuem. obrigado).
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